Fabrício Prass, Gabriel Girardon e Gabriel Mejolaro, estudantes de Jornalismo da PUCRS

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Programas de Rádio

Feita a divisão, 5 grupos foram formados para a gravação dos programas de rádio, definidos assim:

O Grupo 4, formado por 8 alunos, incluía os três integrantes desse blog.
Focado no esporte, especialmente no futebol, o FAMECOS ESPORTE CLUBE foi gravado e ficou assim...


Boletins de Rádio

Após a aula de 'História do Rádio', os alunos tiveram que fazer um boletim de rádio, em tarefa individual.
Cada um de nós - Trio de Três -, fez seu boletim, disponível abaixo:






Rádio e Internet: novas perspectivas para um velho meio - Paulo Cordeiro

O texto, Rádio e Internet: novas perspectivas para um velho mundo, de Paulo Cordeiro, faz uma discussão em cima do rádio e da internet. Logo no começo o autor destaca: A introdução de sistemas multimídia vem alterar a natureza da rádio, podendo transformá-la de tal forma que nos obrigue a reequacionar o conceito, questionando a validade da definição do que é a rádio e a sua comunicação. Sendo a rádio o meio que ao longo da história da comunicação mais facilmente se adaptou aos novos cenários tecnológicos, absorvendo-os para renovar a tecnologia de comunicação radiofónica.

A Internet tem vindo a integrar o sistema de comunicação da rádio, apresentando-se, no momento, como um suporte complementar para as emissões em FM. Para a rádio, a Internet pode ser encarada tanto como concorrência quanto como desafio, no sentido da variedade que o mundo online oferece (tendo como elemento central a world wide web), e pelo desafio da adaptação ao novo meio, na pesquisa, produção e difusão de conteúdo. Ao pensarmos a relação da rádio com a Internet, devemos considerar os aspectos que a caracterizam e que influenciam a forma como a rádio potência a estrutura da sua comunicação.

Na rádio, a Internet começou por ser uti- lizada essencialmente como ferramenta de trabalho. A partir da sua produção para as ondas hertzianas, muitas estações começam a disponibilizar os seus conteúdos na Internet em websites próprios sem aumenta- rem nada ao formato inicial. Posteriormente, as estações começaram a produzir conteúdo específico para a Internet, e surgiram projetos a operar exclusivamente neste novo meio de comunicação, sendo este o estágio que se desenvolve na atualidade. Na Internet, a rádio afasta-se do seu conceito original e, no website, pode apresentar serviços distintos da emissão radiofónica, estabelecendo uma nova estrutura, mais rica e variada que concorre diretamente com o formato tradicional da rádio.

No geral, nós concordamos com a ideia geral do texto, e achamos que a internet pode funcionar de duas maneiras para/com o rádio: Auxiliando-o, principalmente em transmissões que estão impossibilitadas de serem feitas via FM, como na “Hora do Brasil”, por exemplo, em que um jogo de futebol não pode ser transmitido pela rádio FM, mas pode via internet. Por outro lado a internet acaba por tirar do rádio a espontaneidade de ouvir do ouvinte, pois, normalmente, se liga a rádio FM, e vai trocando de estação até achar uma que se goste. Já na internet, você pode ir direto ouvir aquilo que quer, mas, muitas vezes, acaba dificultando a escolha de emissoras com maior frequência.

Segue abaixo um link para leitura do texto na íntegra:
http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CCoQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.bocc.ubi.pt%2Fpag%2Fcordeiro-paula-radio-internet-novas-perspectivas.pdf&ei=4eqHU72JA5SzsASW74GoDQ&usg=AFQjCNG90VMUvVc8UpXchyTJxIrHNOEqfg&bvm=bv.67720277,d.cWc

Rádio e Internet: Desafios e possibilidades - Alvaro Barafah Junior

No texto, Rádio e Internet: desafios e possibilidade, de Álvaro Barafah Junior, ele defende o uso da internet para transmissão da rádio, como podemos entender no resumo da obra que segue abaixo:

                O desenvolvimento da tecnologia em diversas áreas intensificou o alcance do rádio pelo mundo. Esse processo foi ampliado pela digitalização dos recursos empregados na produção de produtos radiofônicos. Os Mds, Dats, CDs e os computadores somados a explosão dos usos de arquivos em mp3 na Internet impulsionaram o rádio para a plataforma tecnológica da rede mundial de computadores. Ao mesmo tempo, o rádio como veículo de comunicação, como conhecemos está sofrendo com a falta de criatividade e com a miopia dos empresários, que tornaram as programações homogêneas e pasteurizadas. Nesse contexto, as emissoras de Internet surgem como uma possibilidade atraente de resgatarmos o pioneirismo do rádio, já que permitem uma maior interação com o ouvinte facilitando não só a audição, mas a navegação pelos produtos radiofônicos.

                Ao longo do texto ele desenvolve as ideias expostas nesse pequeno resumo, da qual concordamos em sua maioria, principalmente no fato de que, com a internet, o rádio pode alcançar públicos que se localizam em lugares aonde a rádio FM, no carro, por exemplo, não consegue alcançar. Além disso, concordamos com a ideia exposta no texto de que o rádio na internet dá a entender que ele pode alcançar aquela utopia de o rádio ser interativo, educativo e uma fonte de informações alternativa.

Link para leitura do texto na Integra:

História do Rádio

A tecnologia de transmissão de som por ondas de rádio foi desenvolvida pelo italiano Guglielmo Marconi, no fim do século XIX. Entretanto,  a Suprema Corte Americana concedeu a Nikola Tesla o mérito da criação do rádio, tendo em vista que Marconi usara 19 patentes de Tesla no seu projeto. Na mesma época, em 1893, no Brasil, o padre Roberto Landell de Moura, tentava obter os mesmos resultados de Marconi. O padre realizou essas experiências em Porto Alegre e foi o primeiro no mundo a fazer uma transmissão via rádio, do seu bairro Medianeira ao morro Santa Teresa. Alguns consideram que a primeira transmissão radiofônica do mundo foi feita em 1906, nos Estados Unidos, por Lee Forest. Mas as primeiras transmissões para entretenimento foram feitas nos anos 1920, na Argentina e nos EUA. No Brasil, a primeira transmissão civil ocorreu em 1919, já que antes apenas os militares utilizavam o rádio.

LINHA DO TEMPO DO RÁDIO NO BRASIL:

1922: Em caráter experimental foi realizada pela Rádio Sociedade do Rio de Janeiro a primeira transmissão oficial de radiodifusão na praia Vermelha no Rio de Janeiro, com o discurso do presidente da República, Epitácio Pessoa em comemoração ao centenário da Independência do Brasil, para isso, foram importados 80 receptores de rádio especialmente para o evento.

1923: Fundação da primeira estação de rádio, no dia 20 de abril: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

1924: Regulamentada a atual faixa de ondas médias, entre 550 KHz e 1550 KHz.

1931: São vendidos os primeiros receptores. Inauguradas as rádios Record e América de São Paulo

1937: Em 6 de maio, é inaugurada a Rádio Bandeirantes, a primeira com uma programação exclusiva de notícias.

1938: Surge a Rádio Globo.

1946: O rádio ganha maior agilidade com o surgimento dos gravadores de fita magnética. Também os retificadores de selênio começam a substituir as válvulas retificadoras material semicondutor em estado sólido muito menos propício a queimar do que as velhas válvulas a vácuo.

1967: Criado o Ministério das Comunicações no dia 25 de fevereiro.

1990: A rede Bandeirantes de rádio se torna a primeira emissora no Brasil a transmitir via satélite com 70 emissoras FM e 60 em AM, em mais de 80 regiões do país.

1995: Campanha pelo fim da obrigatoriedade em transmitir o programa 'A Voz do Brasil'.

2005: Primeiras transmissões de rádio em sistema digital.

Matéria LabJor - Entrevista com a nutricionista Angela Dorigoni

Foi realizada uma entrevista com a nutricionista Angela Dorigoni. Essa entrevista foi a base para a nossa reportagem no Jornal LabJor. Segue abaixo a entrevista completa:

1) Qual a importância dos suplementos alimentares para uma pessoa que faz exercícios físicos regularmente?
Os suplementos alimentares são concentrados de substâncias nutritivas destinadas a completar a alimentação regular. Esses produtos são indicados principalmente para praticantes de atividades físicas e atletas, como aditivo para melhorar o desempenho e encurtar o tempo de recuperação muscular. Não podem substituir refeições nem servir como dieta exclusiva.
O objetivo de utilizar suplemento alimentares em uma dieta é justamente complementá-la, suplementar adicionando nutrientes que o praticante de atividade física e/ou atleta não esteja conseguindo suprir com a sua alimentação tradicional, por conta da rotina, seja de vida ou de treinamento. Torna-se necessária quando o indivíduo tem sua necessidade energética aumentada, quando a rotina de treinos não permite o volume de alimentos que supra as necessidades de macro (carboidratos, proteínas e lipídeos) ou micronutrientes (vitaminas e minerais) da dieta. Podem contribuir no desempenho, performance e recuperação pós treinos.
A suplementação torna-se desnecessária se a demanda do indivíduo seja suprida com a dieta tradicional.

2) A alimentação varia de acordo com a modalidade esportiva que cada atleta pratica? E para atletas que praticam mais de uma modalidade?
Todas as pessoas têm necessidades nutricionais, ou seja, devem ingerir diariamente uma certa quantidade de nutrientes para que seu organismo funcione adequadamente. Estas quantidades variam de indivíduo para indivíduo, principalmente conforme a modalidade esportiva que praticam.
Quando a prática é de mais de uma modalidade, a atenção na alimentação e suplementação deve ser redobrada. A carência de nutrientes juntamente com o excesso de atividades, à longo prazo, podem levar o atleta à um estado de fadiga crônica denominado overtraining. Quando há uma demanda energética muito grande, por exemplo, em esportes de alta performance ou longa duração, pode haver uma necessidade maior de suplementos energéticos, como carboidratos ou fonte deles. Quando o objetivo é otimizar a síntese muscular, podem ser necessárias fontes de proteínas de alto valor biológico, e quando a necessidade for substituir refeições, o mercado oferece um substituto delas, suplemento que contém todos os nutrientes de uma refeição completa.


3) Qual a sua opinião sobre a Anvisa ter banido alguns suplementos alimentares recentemente?
Na minha opinião a ação do órgão fiscalizador é de extrema importância, pois a suplementação de nutrientes não pode e nem deve ultrapassar a ingestão diária recomendada de um determinado nutriente, o que está pré-estabelecido em uma tabela de recomendações nutricionais, chamada de RDA, pois a partir do limite máximo, a substância passa a ser considerada medicamento. O consumidor tem o direito de saber o que está comprando, e isso não deve estar oculto em um rótulo. O conteúdo de alguns suplementos está sendo omitido dos rótulos e com certeza a ANVISA deve exigir transparência dos fabricantes. Acho, inclusive, que a fiscalização deveria ser ainda maior, pois ainda há muita informação errônea no mercado, o que reduz a confiabilidade de muitos produtos em questão.

4) Como pode ser feito um tratamento de ganho muscular? Com suplementos apenas, ou com uma dieta e exercícios físicos?
A Nutrição esportiva  aplica a sua base de conhecimentos em nutrição, fisiologia e bioquímica no esporte e na atividade física. Primeiro, a dieta deve estar adequada ao objetivo do indivíduo, segundo, jamais será possível um ganho muscular considerável sem que haja o estímulo (exercícios físicos intensos) dos tecidos propostos. A partir disso adequa-se a nutrição e a suplementação à necessidade individual. O ganho muscular depende de 3 bases fundamentais: exercícios de força, nutrição adequada e descanso.

5) Há quanto tempo você trabalha na área de nutrição esportiva?
Trabalho na área há 15 anos, antes como professora de ginástica e personal trainer, fui atleta de musculação na categoria Body Fitness e atuo como Nutricionista Clínica e Esportiva a 1 ano e meio.

Entrevista por Fabrício Prass e Gabriel Mejolaro

Matéria LabJor - MMA

Por Gabriel Girardon

(Relato pessoal sobre a matéria feita para o LabJor)

Escolhi fazer uma matéria sobre MMA para o Laboratório de Jornalismo pelas opções de fontes para elaborar a reportagem.
Fui, primeiramente, à sede da RBS, nos altos do Morro Santa Teresa. Por lá, entrevistei o colunista da Zero Hora e integrante do programa "No mundo das lutas", da rádio Atlântida, Caju Freitas. Especialista em MMA, Caju foi muito solicito e simpático, e, mesmo sendo uma breve conversa, me mostrou um pouco de todo seu conhecimento sobre o assunto abordado. Primeira metade da matéria concluída!
A segunda parte foi na academia Team Nogueira, recentemente inaugurada em Porto Alegre (Av. Sertório, 1600). Além de conhecer a invejável estrutura da academia, tive um papo com um dos mestres da academia, Rodrigo Leal, e com Gabriel Brum, atleta da Team Nogueira Porto Alegre. Por meio deles, tive conhecimento das ideias e princípios da academia, que preza, desde sempre, pela disciplina de seus alunos.
No fim de minha passagem por lá, vi um pouco do treinamento dos pequenos alunos da Team Nogueira - até 11 anos -, mostrando que há interesse nesse esporte desde cedo.

Professor Rodrigo Leal em aula com alunos da Team Nogueira Porto Alegre (foto: Gabriel Girardon)

LabJor - Editoria de Esportes

A editoria de esportes é composta por 10 alunos, e sendo os três integrantes deste blog pertencentes a essa editoria, iremos citar, brevemente, as matérias presentes na parte esportiva do jornal:

- MMA - aborda o crescimento do esporte em Porto Alegre e no estado do Rio Grande do Sul.

- Rugby - fala sobre o esporte, ainda desconhecido pela maioria, porém em fase de ascensão.

- Esgrima - cita o esporte praticado de uma maneira diferente: sobre cadeira de rodas. Isso porque mostra um deficiente praticante dessa modalidade.

- Atletismo - abordagem sobre o esporte e entrevista com um atleta da modalidade.

- Nutrição esportiva - aborda o tema 'suplementos alimentares', a partir de uma entrevista com uma especialista no assunto.

- Futebol I - mostra a realidade de jovens que saem de outros estados para tentar a vida com o futebol no RS.

- Futebol II - tem como tema os capitães da dupla Gre-nal, pelo fato de ambos serem argentinos.

As sete matérias irão ser distribuídas nas quatro páginas disponíveis no jornal.

Módulo Texto e divisão das editorias - LabJor

Foi dado início ao Módulo Texto, contando a história do jornal impresso, mostrando alguns dados a seu respeito, tais como o primeiro jornal impresso do Brasil - Correio Braziliense, em junho de 1808 -, os jornais mais vendidos do mundo, todos os cinco primeiros localizados na Ásia, sendo quatro deles no Japão.

Além disso, nos foi apresentado elementos e aspectos de um veículo impresso, como o que é "corpo de texto" - tipo em que será impresso o conteúdo principal do jornal, podendo ser matérias, colunas ou editorias, por exemplo. Soube-se o que é CAIXA ALTA e caixa baixa, que querem dizer o uso de letras MAIÚSCULAS e minúsculas, respectivamente. Também foram exemplificados os Gêneros Jornalísticos, que são: notícia, entrevista, reportagem, crônica e editorial.

Antes das divisões das editorias do jornal do laboratório, foram apresentadas as etapas de uma matéria:
- Escolha da pauta;
- Foco da pauta;
- Pesquisa e conhecimento;
- Escolha das fontes;
- Apuração dos fatos;
- Espaço da matéria na publicação (limite de caracteres);
- Redação;
- Revisão;
- Definição de elementos gráficos (foto, ilustração, infográfico, charge).

Os alunos foram direcionados às 8 editorias do jornal (Opinião, Política, Polícia, Mundo, Geral, Economia, Cultura e Esporte), e, após a divisão, cada editoria deveria definir as pautas para as matérias, além de eleger um editor e um sub-editor, com função de auxiliar em pautas, revisar, editar e diagramar as reportagens.

Textos de "Para entender a internet"

Após a leitura de três textos do livro "Para entender a internet", algumas análises foram feitas sobre cada um deles:

InteratividadeAlex Primo: O texto comenta a importância da interação entre meios de comunicação e público, apesar de questionar algumas formas de funcionamento. Porém, hoje é quase essencial que haver uma relação interativa entre interlocutor e espectador. O texto ainda observa dois grandes grupos de processos interativos: o de ‘Interação Reativa’, caracterizado pelos simples processos de ação e reação, e o de ‘Interação Mutual’, baseado na construção cooperativa da relação.

 Jornalismo ColaborativoAna Brambilla: O texto demonstra a relevância do jornalismo colaborativo, que tem a função de informar a população de uma determinada localidade sobre acontecimentos que interferem, com mais intensidade, o seu cotidiano. Por exemplo, um deslizamento que interrompe a circulação de veículos tem mais importância do que as notícias ocorridas em locais mais afastados dessa população. Alguns exemplos de veículos de comunicação que utilizam o jornalismo colaborativo são: VCnoG1, do Globo.com (http://g1.globo.com/vc-no-g1/) e VC Repórter, do Terra (http://vcreporter.terra.com.br/).

Web 2.0Juliano Spyer: O texto fala sobre “Web 2.0”, um dos termos mais difundidos dentro da indústria de tecnologia. O termo se refere a uma relação de características que supostamente diferenciam novos sites daqueles que naufragaram com o estouro da Bolha da Internet na virada do século XX para o XXI. É importante destacar a relação do Web 2.0 com o jornalismo, pois graças à ele práticas jornalísticas foram potencializadas com a sua popularização. O envolvimento do público comum, antes considerados meros leitores, tem se tornado uma prática cada vez mais comum. A essa tendência atribui-se o conceito de jornalismo participativo.

História da Web

Na aula do dia 6 de março, a História da Web foi narrada aos alunos. Aqui será feito um breve resumo, através de uma linha do tempo:

1946 - ENIAC, 1º computador do mundo. Criado pelos cientistas norte-americanos John Eckert e John Mauchly, da Electronic Control Company.
1948 - Cibernética, introduzida por Norbert Wiener.
1969 - Guerra Fria - surgimento da internet.
           ARPANET - primeira rede operacional de computadores, e o precursor da internet.
1971 - 1º e-mail, enviado por Ray Tomlinson, funcionário da empresa BBN, prestadora de serviços à ARPANET.
1973 - TCP (Protocolo de Controle de Transmissão) e IP (Protocolo de Interconexão) - conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede.
1975 - Microsoft e 1976 - Apple - empresas multinacionais estadunidenses que desenvolvem, fabricam, licenciam, apoiam e vendem softwares de computador, produtos eletrônicos e computadores e serviços pessoais.
1981 - Sistema DOS - abreviação para vários sistemas operativos intimamente relacionados.
1991-1993 - WWW - sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na internet. Inventado por Tim Berners Lee.
1995 - Abertura comercial - CNN/JB
1996 - Universo Online - UOL

Conexão:
1995 - Modem discado
1998 - Cabo
2000 - WiFi
2008 - 3G
2012 - 4G

Linguagens:
1995 - Jornais (texto/fotos)
1996 - Rádio (áudio)
1999 - TV (vídeo)
2000 - Convergência (multimídia)


Cibercultura - Causa e efeito das expressões da era da conexão.

- As culturas e o jornalismo:
  • Culturas de massa - Difusão / broadcasting
  • Culturas de mídias - Disponível / narrowcasting
  • Cibercultura - Acesso / poadcasting
Cada cultura gera comportamentos de consumo diferenciados.

Fases do jornalismo online

1ª geração - trasncrição do jornalismo impresso
2ª geração - início de conteúdo exclusivo
3ª geração - utilização de recursos avançados de informática para o desenvolvimento dos produtos jornalísticos

Boas-vindas

Olá!
Aqui inicia-se o blog "Trio de Três".

Quem somos? Fabrício Prass Tarzo, Gabriel Girardon Silveira e Gabriel Neves Mejolaro. Somos estudantes de Jornalismo na PUCRS, e juntos formamos o grupo do blog.

O que é? O blog nada mais é que um trabalho da cadeira de Laboratório de Jornalismo, coordenada pelos professores Cláudio Mércio e Andreia Mallmann. Aqui postaremos análises sobre as aulas, realizadas toda quinta-feira.

Era isso. Muito prazer!